Hoje queria falar dum assunto que todos já ouviram falar, o transito louco de Sampa.
Sério eu acho que poucos, ou melhor, quase nenhum motorista aqui de Venancio se sairia bem em São Paulo.
O transito é incrível, é horrível.
Um fato marcante é que 73% (porcentagem inventada) dos carros de SP
estão amassados, batidos, riscados e etc. As vezes acho que é moda
amassar o carro. Acho que deve ter oficinas
especializadas em Ferrar com a lataria do carro. Tipo tu compra um
carro novo e leva pra oficina, lá eles fazem um amassão único e
original, que só o seu carro tem igual. O pessoal e lá é louco.
Onde tem um espaço, por mais pequeno que seja, eles vão enfiando o carro, mesmo que acabe batendo em outro.
Outra coisa é atravessar a rua. Tipo se o sinal está verde eles não
querem nem saber se tu ta no meio da rua ou não, vão acelerando. Afinal,
se eles podem esperar o sinal abrir pq o pedestre não pode esperar
fechar?
Ahh é, lá não se chama sinaleira, ou semáforo, se chama
farol. Pra mim farol é aquilo que serve de guia pros navios e tal, sabe
aquelas torres com uma luz na praia. Outra coisa tbm é pechada (não
tenho certeza se em SP é assim ou só mais lá pra cima), mas pechada eles
acham que é prato feito com peixe, ou algo assim. Lá é batida, que aqui
é uma bebida feita no liquidificador, que por sua vez é conhecida como
vitamina, o que pra mim seria algo do tipo A, B1, B2, C e etc.
Mas
voltando, um negocio que me chamou bastante atenção tbm, é que em muitos
cruzamentos existe uma espécie de rotula. Talvez ela ajude na hode de
fazer uma conversão a esquerda, ou um retorno, não sei, mas se tu está
andando reto, é muito chato ter que ficar desviando da rótula.
Bom
por hoje era isso que eu tinha pra falar. Quer dizer, eu ainda tenho
muita pra falar do transito de Sampa, mas vou deixar pra outra hora.
Até pq o povo paulista passa cerca de 37% de sua via no transito (outra porcentagem que acabei de inventar) .
Não posso esquecer tbm da buzina. Eu acho que deve ter uma lei, ou um
regulamento interno em SP a respeito da buzina. O povo de lá deve ser
instruído a tocar a buzina a cada 20 metros percorridos. Os motoristas
andam sempre com uma mão na buzina e outro no cambio pra fazer as
marchas. Se bem que a mão do cambio as vezes eles tiram, da buzina nuca.
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